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RESTAURA MINHA FAMILIA, SENHOR! – capítulo IV | Maçãs de Ouro

RESTAURA MINHA FAMILIA, SENHOR! – capítulo IV

REI PAI  OU  PAI REI?

 

 

 

 

I Samuel 16.11-13 “Disse  mais Samuel a Jessé: São estes todos os  teus filhos? Respondeu  Jessé:  Ainda  falta o menor,  que  está  apascentando  as ovelhas.  Disse, pois, Samuel a Jessé: Manda trazê-lo, porquanto  não nos sentaremos até que ele venha aqui. Jessé mandou buscá-lo e o fez entrar. Ora, ele era ruivo, de belos olhos e de gentil aspecto. Então disse o Senhor: Levanta-te,  e unge-o, porque é este mesmo. Então  Samuel tomou o vaso de azeite, e o ungiu no  meio  de seus irmãos; e daquele dia em diante o Espírito do Senhor se apoderou de Davi. Depois Samuel se levantou, e foi para Ramá.”

 

Todas as vezes que lemos a respeito da escolha de Davi para ser ungido como rei de Israel, nos sentimos comovidos pela maneira como foi escolhido de entre sua nação.

Aos olhos humanos, primeiramente se nomearia a tribo mais poderosa, a família mais destacada e por fim o filho mais eminente.

 

Já percebemos que Deus não utilizou desse processo de eleição. Do alto de sua sabedoria, perscrutou o coração de um pequeno e simples jovem, que perdido pelos campos tangendo as ovelhas de sua família, tirava tempos preciosos para entoar belas e sublimes canções de louvor e adoração ao Deus dos Exércitos.

 

Sua tribo não era a maior, a família não era de grandeza e ele era o menor e sem qualificação , digamos, “profissional” para a época. Enquanto os seus irmãos eram chamados para servirem o exercito do rei Saul e tinham grandes probabilidades em “progredir na vida” ou de alcançar prosperidade, para ele sobrou a tarefa de cuidar das ovelhas da família.

 

Desse patamar, foi elevado a uma alta posição, passando, evidentemente, por vários estágios de amadurecimento.

Aprendeu rapidamente a ser um grande líder. Somado ao seu carisma, conquistou a simpatia do povo e granjeou incontáveis seguidores e amigos.

Teve a honra de ser O REI QUE CONSOLIDOU A SUA NAÇÃO.

 

 

Davi também foi pai e de um grande elenco, teve  19 filhos.

I Crônicas 3.1 a 9 “Estes foram os filhos de Davi que lhe nasceram em Hebron:  o primogênito  Amnom,  de  Ainoã, a jizreelita; o  segundo  Daniel,  de Abigail, a carmelita; O terceiro Absalão, filho de Maacá, filha de Talmai, rei  de Gesur; o quarto Adonias, filho de Hagite; O  quinto Sefatias, de Abital; o sexto Itreão, de Eglá,  sua mulher. Seis  lhe nasceram em Hebrom, onde reinou sete anos  e  seis meses; e reinou trinta e três anos em Jerusalém. Estes  lhe  nasceram em Jerusalém: Siméia,  Sobabe,  Natã  e Salomão; estes quatro lhe nasceram de Bate-Sua, filha de Amiel. Nasceram-lhe mais: Ibar, Elisama, Elifelete, Nogá, Nefegue, Jafia, Elisama, Eliadá e Elifelete, nove. Todos  estes  foram  filhos de Davi,  afora  os  filhos  das concubinas; e Tamar foi irmã deles.

 

Não podemos e nem devemos negar que Davi fora o maior e destacado Rei de Israel, pelas suas conquistas e realizações, sendo por todos admirado.

 

Entretanto,

Contudo,

Porém…            NÃO APRENDEU O OFICIO DE PAI.

 

 

 

Apesar de ter tantos filhos, sua atenção esteve voltada única e tão somente ao seu Reino.

Hoje estamos vivendo a mesma historia, e ainda pior. Vamos explicar: antigamente, a preocupação de ser “rei” era apenas do pai. Ele voltava todo o seu esforço para a conquista do “reino” ou bens materiais. Dedicava-se ardorosamente em estruturar a vida secular, deixando os filhos aos cuidados da mãe. Não que isso estivesse errado, pelo contrario, toda família precisa ter conforto, e a satisfação de suas necessidades primordiais. Nesse contexto, era louvável sua preocupação.

Dissemos que hoje a situação está pior, porque além do marido, a mulher também saiu para conquistar o espaço de “rainha”.

A mídia tem incutido na mente da população os valores de desejo de consumo, aparência, lascívia ou luxuria e sensualidade.

O esforço total do casal está sendo direcionado para as buscas influenciadas pelos canais de comunicação, que mostram as diversidades de coisas que precisam ainda conquistar para finalmente serem felizes. O que na verdade nunca será alcançada, pois o comercio insaciável, nunca pára de oferecer grandes e ambiciosas novidades.

 

Nesse redemoinho de corrida para o sucesso, os filhos são relegados a um plano inferior. Não tem tempo para receber carinho, afeição, e educação. Todas essas necessidades das crianças são “terceirizadas” a profissionais do ramo, que tem apenas compromisso com as suas tarefas, em detrimento ao bem estar e todo o cuidado que tão somente os pais podem oferecer, primordialmente o convívio e a atenção e o respeito familiar.

No aspecto de família, não estamos ainda nos referindo à vida espiritual, que praticamente na maioria dos lares, até mesmo nos evangélicos, está totalmente esquecida.

 

 

Voltando ao caso de Davi, seus filhos tiveram “vida de filho de rei”, receberam todas as regalias, mas sua falta de atenção paternal aos filhos se evidencia em diversos momentos. Podemos alçar alguns episódios:

 

II Samuel 13.1 “Ora,  Absalão, filho de Davi, tinha uma irmã  formosa,  cujo nome  era Tamar; e sucedeu depois de algum tempo que Amnom, filho  de Davi enamorou-se dela. 2  E angustiou-se Amnom, até adoecer, por amar, sua irmã;  pois era virgem, e parecia impossível a Amnom fazer coisa alguma com ela.

5  Tornou-lhe  Jonadabe:  Deita-te  na  tua  cama,  e  finge-te doente; e quando teu pai te vier visitar, dize-lhe: Peço-te que minha irmã Tamar venha dar-me de comer, preparando a comida diante dos meus olhos, para que eu veja e coma da sua mão. 6  Deitou-se,  pois,  Amnom, e fingiu-se doente.  Vindo  o  rei visitá-lo,  disse-lhe  Amnom: Peço-te que minha irmã  Tamar  venha  e prepare  dois  bolos diante dos meus olhos, para que eu coma  da  sua mão. 7  Mandou,  então, Davi à casa, a dizer a Tamar: Vai a casa  de Amnom, teu irmão, e faze-lhe alguma comida.

11  Quando lhos chegou, para que ele comesse, Amnom pegou  dela, e disse-lhe: Vem, deita-te comigo, minha irmã. 12  Ela,  porém, lhe respondeu: Não, meu irmão não  me  force, porque não se faz assim em Israel; não faças tal loucura.

14  Todavia  ele  não quis dar ouvidos à sua voz;  antes,  sendo mais forte do que ela forçou-a e se deitou com ela. 15  Depois sentiu Amnom grande aversão por ela, pois maior era a aversão que se sentiu por ela  do  que  o  amor  que  lhe  tivera.  E disse-lhe Amnom: Levanta-te, e vai-te.”

 

O Rei Davi e não o Pai Davi, fez uma visita ao filho Amnon quando se fingia doente, na verdade a doença era falta de uma maior atenção de pai e o exemplo maligno de adultério de Davi e Bateseba falou mais alto dentro da carência que sofria Amnon. Faltou o discipulado, o modelo de pai para que o filho seguisse.

 

 

 

 

II Samuel 13.24  “Foi,  pois, Absalão ter com o rei, e disse: Eis que agora  o teu servo faz a tosquia. Peço que o rei e os seus servos venham com o teu servo. 25  O rei, porém, respondeu a Absalão: Não, meu filho, não vamos todos,  para não te sermos pesados. Absalão instou com  ele;  todavia ele não quis ir, mas deu-lhe a sua bênção.

26  Disse-lhe  Absalão:  Ao menos, deixa ir conosco  Amnom,  meu irmão. O rei, porém, lhe perguntou: Para que iria ele contigo?  Mas como Absalão instasse com o rei, este deixou ir com  ele Amnom, e os demais filhos do rei.  Ora,  Absalão  deu  ordem aos seus  servos,  dizendo:  Tomai sentido; quando o coração de Amnom estiver alegre do vinho, e eu  vos disser:  Feri  a Amnom; então matai-o. Não tenhais medo; não  sou  eu quem vo-lo ordenou? Esforçai-vos, e sede valentes.  E  os  servos de Absalão fizeram a Amnom como  Absalão  lhes havia  ordenado.  Então  todos  os filhos do  rei  se  levantaram  e, montando cada um no seu mulo, fugiram.” 

Mais uma vez verificamos a falta da presença do pai neste acontecimento. O filho pediu, insistiu, mas para Davi, o dar a bênção era o suficiente.

Quantas vezes nossos filhos pedem, insistem pela nossa presença e companhia como pai, quer que brinquemos com eles, e não temos tempo para “gastar”.

Agora são eles que desejam nossa presença, mas nos encontramos tão ocupados em nossos negócios que não podemos dispensar a atenção devida.

Mais tarde, quando tivermos tempo e quisermos a companhia dos filhos, são eles que estarão correndo em suas preocupações e não acharão um espaço para nos atender.

Outros exemplos são citados, como:

 

II Samuel 15, onde Absalão o filho preparou um complô contra o próprio pai e quis tomar o reino.

 

II Samuel 16 relata a absurda falta de respeito da intrusão do filho na vida intima do pai.

 

II Samuel 18 mostra no que leva a falta de comunhão e amizade entre o pai e filho. Acabaram por entrar em guerra, Absalão morreu pelo seu próprio orgulho, pendurado nas galhadas de um carvalho, enroscado pela sua vistosa e cobiçada cabeleira. Davi por sua vez teve que passar por momentos de amargura e remorso ao perder um filho, que na verdade nunca havia conquistado.

 

I Reis 1 é um relato de um pai relapso em sua autoridade. Quantos pais hoje deixam os sentimentos dos filhos correrem “a solta”. Não conseguem dar a educação necessária, porque passou essa incumbência para terceiros, como, escolas, igrejas, babás, etc.

Davi enfrentou nova dificuldade com a ambição de outro filho, Adonias, cujo fim foi a morte dentro da igreja, decretado por Salomão o filho herdeiro.

O rei havia feito promessas pouco pensadas, que teve de cumprir nas ultimas instancias de sua vida.

Muitas vezes prometemos aos nossos filhos, coisas que deveríamos pensar melhor para que mais tarde não venhamos a nos arrepender.

A autoridade de pai foi dada por Deus. Quando falamos em autoridade, não estamos dizendo, violência, autoritarismo, agressões físicas, mentais ou sentimentais. Palavras tais como: -“O pai falou tá falado e cale a boca.”

Existe um dito popular que reflete muito bem o que queremos dizer; “o seu direito termina onde começa o direito do próximo.”

Como pai, temos direitos, mas não podemos invadir os direitos dos filhos. É mais bem aproveitado o exemplo de seriedade que passamos através das nossas atitudes, pois assim eles estarão aprendendo na vida prática aquilo que queremos lhes transmitir. Esse tipo de lição é a que mais grava no coração de uma pessoa.

 

Alguns diriam: -“é, mas a vida é assim mesmo!

 

A vida pode ser assim mesmo para os que não se preocupam em prestar contas diante de Deus dos talentos que o Senhor depositou em nossas mãos.

Assim como o patrão pediu contas dos talentos distribuídos aos seus servos antes de partir para uma viagem. Deus pedirá conta da vida do nosso cônjuge e principalmente dos filhos que um dia ele colocou em nossas mãos.

O que temos a dizer ao nosso Senhor naquele dia?

 

E daí? Você quer ser um Pai Rei ou quer ser transformado num REI PAI?

A mesma pergunta para a mãe.

Quer ser uma Mãe Rainha ou uma RAINHA MÃE?