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4c – MASADA | Maçãs de Ouro

4c – MASADA

MASADA

Masada

O que impressiona logo que  a avistamos é a sua imponência. Masada parece um enorme navio de 610 metros de compri- mento por 305 metros de largura e 305 metros de altura encalhado no meio dos  vários montes e elevações existentes no deserto da Judéia, ao lado do Mar Morto. Herodes, o Grande, o rei da Judéia, da época do nascimento de Jesus, reorganizou o forte existente em sua esplanada,  entre os anos 36 e 30 a.C., construindo muros, vários palácios com luxuosas salas de audiências, recepções, banhos, saunas e instalações para a guarda e serviçais, todos revestidos com gesso branco para dar a aparência de mármore e os pisos com magníficos mosaicos que apresentam sua beleza  ainda hoje. Tudo isso para o seu refúgio de inverno, e eventualmente, para se proteger contra os ataques de inimigos.

 

Maquete do Palácio Norte

Após sua morte, no ano que Jesus nasceu, os romanos ali se alojaram até que os judeus, no desespero da luta pela liberdade em 66 d.C., atacaram e tomaram posse de Masada. Quando o cerco romano chegou ao auge em 73 d.C., 960 judeus participaram de um suicídio coletivo para não se entregarem ao inimigo. Masada tem um forte apelo ao heroísmo para o Israel contemporâneo, seus soldados são levados para esse local a fim de vivenciarem o momento de resistência heróica do passado e dão o grito de guerra ´´Masada não voltará a cair!“

É um lugar que nos extasia, pela localização, pela arquitetura desen-

 

En Gedi, um oásis, pequena faixa verde ao pé do monte, visto do Palácio Norte de Masada

volvida, pela vista que alcança desde o oásis de En-Gedi, local onde Davi se refugiou algumas vezes da perseguição de Saul, I Samuel 23. 29  Depois  disto,  Davi  subiu e ficou nos  lugares  fortes  de En-Gedi.

Vê-se grande parte do Mar Morto até o extenso trecho dos montes de Moabe. Deste lado da cadeia de montes está o mar, do lado de lá se localiza a planície de Moabe, onde Moises acampou com a recém-nascida nação de Israel, antes de entrar na Terra Prometida. Ao avistar esses montes, sobreveio-nos repentina emoção, pois, na última mensagem que pregamos antes dessa viagem, fizemos referencia ao rei Balaque e do profeta Balaão e agora diante de nossos olhos se erguem os montes a que fizemos referencia, onde Balaão subiu e sem que fosse o seu desejo, mas ordenado por Jeová, abençoou o povo de Israel.

Números 22. 1  Depois  os  filhos de Israel partiram,  e  acamparam-se  nas planícies de Moabe, além do Jordão, na altura de Jericó. 15  Balaque, porém, tornou a enviar príncipes, em maior número e mais honrados do que aqueles. 16  Estes  vieram  a Balaão e lhe disseram: Assim  diz  Balaque, filho de Zipor: Rogo-te que não te demores em vir a mim, 17  porque  grandemente  te  honrarei, e farei  tudo  o  que  me disseres; vem pois, rogo-te, amaldiçoar-me este povo.

41  E sucedeu que, pela manhã, Balaque tomou a Balaão, e o levou aos altos de Baal, e viu ele dali a parte extrema do povo.

 

Mar Morto visto de Masada

Números 23. 18  Então  proferiu Balaão a sua parábola, dizendo:  Levanta-te, Balaque, e ouve; escuta-me, filho de Zipor; 19  Deus  não é homem, para que minta; nem filho do homem,  para que se arrependa. Porventura, tendo ele dito, não o fará? ou, havendo falado, não o cumprirá? 20  Eis que recebi mandado de abençoar; pois ele tem  abençoado, e eu não o posso revogar.

Do alto de Masada, cabem muito bem as palavras de Davi no Salmo 27. 1  O Senhor é a minha luz e a  minha  salvação; a quem temerei? O Senhor é a fortaleza da minha vida; de quem me recearei? 2  Quando os  malvados investiram  contra  mim, para me destruir, eles, meus  adversários  e meus inimigos, tropeçaram e caíram. 3  Ainda que um exército se acampe  contra  mim, o  meu coração não temerá; ainda que a  guerra se  levante contra mim, conservarei a minha confiança. 4  Uma  coisa pedi ao Senhor, e a  buscarei: que possa morar na casa  do  Senhor  todos  os  dias  da  minha  vida, para contemplar a formosura do Senhor, e inquirir no seu templo. 5  Pois no dia da adversidade me esconderá no seu  pavilhão; no recôndito  do  seu  tabernáculo  me  esconderá; sobre  uma  rocha  me elevará. 6  E  agora  será  exaltada  a  minha  cabeça  acima  dos  meus inimigos que estão ao redor  de mim; e no  seu tabernáculo oferecerei sacrifícios de júbilo; cantarei, sim, cantarei louvores ao Senhor.

E ao descer, olhando aquela fortaleza lá no alto, mais real se torna o Salmo 121. 1  Elevo  os  meus  olhos  para  os  montes; de  onde  me vem o socorro? 2  O meu socorro vem do Senhor, que fez os céus e a terra. 3  Não  deixará vacilar o  teu pé;  aquele  que  te  guarda não dormitará. 4  Eis que  não  dormitará  nem  dormirá  aquele  que  guarda a Israel. 5  O Senhor é  quem  te  guarda; o Senhor é  a tua sombra à tua mão direita. 6  De dia o sol não te ferirá, nem a lua de noite. 7  O Senhor te guardará de todo o mal; ele guardará a tua vida.  8  O Senhor guardará  a tua saída e  a tua entrada, desde agora e para sempre.

 

Ruínas interiores de Masada

Ficamos impressionados com a inteligência dos construtores e a sua tenacidade, mas tudo isso só nos faz pensar mais profundamente como Moises, ao se expressar no Salmo 90. 1  Senhor, tu tens sido o nosso refúgio de geração em geração. 2  Antes que  nascessem os  montes, ou  que tivesses  formado a terra e o mundo, sim, de eternidade a eternidade tu és Deus. 3  Tu  reduzes o  homem  ao  pó, e  dizes: Voltai,  filhos  dos homens! 4  Porque mil anos  aos teus  olhos são como o dia de ontem que passou, e como uma vigília da noite. 5  Tu os levas como por  uma  torrente; são  como  um  sono; de manhã são como a erva que cresce; 6  de manhã cresce e floresce; à tarde corta-se e seca. 7  Pois  somos  consumidos pela tua ira, e pelo teu furor somos conturbados. 8  Diante de  ti puseste  as  nossas  iniqüidades, à luz do teu rosto os nossos pecados ocultos. 9  Pois todos os nossos dias  vão  passando  na tua indignação; acabam-se os nossos anos como um suspiro. 10  A duração da  nossa  vida  é  de setenta  anos; e se alguns, pela sua robustez, chegam a oitenta anos, a medida deles é canseira e enfado; pois passa rapidamente, e nós voamos. 11  Quem conhece o  poder da tua ira? e  a tua cólera, segundo o temor que te é devido? 12  Ensina-nos a  contar  os  nossos  dias  de  tal  maneira que alcancemos corações sábios. 13  Volta-te para  nós, Senhor!  Até quando?  Tem  compaixão dos teus servos. 14  Sacia-nos de  manhã  com  a  tua  benignidade, para  que nos regozijemos e nos alegremos todos os nossos dias. 15  Alegra-nos pelos  dias em que nos afligiste, e pelos anos em que vimos o mal. 16  Apareça a  tua obra  aos teus  servos, e  a tua glória sobre seus filhos. 17  Seja  sobre nós  a graça do Senhor,  nosso Deus; e  confirma sobre nós a obra das nossas mãos; sim, confirma  a  obra  das  nossas mãos.

 

Paredes  internas de Masada