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4b – QUNRAM | Maçãs de Ouro

4b – QUNRAM

QUNRAM

São ruínas de uma grande comunidade da seita denominada ´´essênios“, que viveu em estilo semimonástico e floresceu entre 110 a.C. até 68 d.C.

Flávio Josefo descreveu-os como, ´´os que haviam se separado do judaísmo ortodoxo de Jerusalém“, e ´´das maldades e injustiças que aumentavam nas cidades“ para viverem em colônias agrícolas, e eles se consideravam como chamados para cumprir o que estava escrito em Isaias 40. 3  Eis  a  voz do que clama: Preparai no deserto o  caminho  do Senhor; endireitai no ermo uma estrada para o nosso Deus. 4  Todo  vale será levantado, e será abatido todo monte e  todo outeiro;  e o terreno acidentado será nivelado, e o que é  escabroso, aplanado. 5  A glória do Senhor se revelará; e toda a carne juntamente  a verá; pois a boca do Senhor o disse.

Por coincidência, este lugar não é tão distante da região onde João Batista pregava e batizava fazendo uso da mesma mensagem.

As montanhas ao derredor desse centro comunitário estão cheias de cavernas.

 

Por volta de 1947, um certo jovem pastor árabe, andava à procura de uma das ovelhas que estava perdida, o que nos faz lembrar da parábola de Jesus em Lucas 15. 3  Então ele lhes propôs esta parábola: 4  Qual  de  vós  é  o  homem  que,  possuindo  cem  ovelhas, e perdendo uma delas, não deixa as noventa e nove  no  deserto,  e  não vai após a perdida até que a encontre? 5  E achando-a, põe-na sobre os ombros, cheio de júbilo; 6  e  chegando  a  casa, reúne os amigos e vizinhos e lhes diz: Alegrai-vos comigo, porque achei a minha ovelha que se havia perdido. 7  Digo-vos que assim  haverá  maior  alegria  no  céu  por  um pecador que se arrepende, do que por noventa e nove justos que não necessitam de arrependimento.

 

Escavações dos restos da comunidade dos Essênios, próximo ao Mar Morto

Esse jovem jogava pedras para o interior das grutas tentando ouvir o balido do animal, quando, de repente, escutou o som de um jarro se quebrando. Curioso, se esgueirou para o interior e descobriu vários manuscritos guardados em jarros de barro, ali escondidos pelos essênios, por ocasião da invasão romana nas terras palestinas em 68 d.C., que após esconderem esses ´´tesouros“, fugiram e Qunram foi incendiada, destruída e esquecida.

Entre as centenas de manuscritos e milhares de fragmentos, encontraram uma cópia do livro de Isaias, que conforme comentário do historiador G. Frederick Owen,, ´´Está escrito em 17 folhas de pergaminho , unidas mediante a costura de seus extremos, formando um rolo de 7,5 metros de comprimento e 26 centímetros de largura. Este é o maior e o melhor conservado de todos os rolos. Foi escrito em uma forma primitiva de caracteres quadrados, e isto, segundo o arqueólogo dr Albright, o situa no segundo século antes de Cristo. Esse detalhe o torna no manuscrito hebraico completo mais antigo que qualquer outro livro bíblico, está de acordo em quase todos os sentidos com nossos textos hebraicos tradicionais“.

O governo israelense o considera como ´´o maior tesouro histórico do mundo“ e está exposto na sala chamada ´´o Altar do Livro“ na Universidade Hebraica de Jerusalém, onde tivemos o privilégio de contemplá-lo.

 

O Altar do Livro, no recinto em formato do jarro  de barro, em que encontraram o manuscrito de Qunram

Os demais rolos, fragmentos, jarros e utensílios estão à mostra no Museu Arqueológico da Palestina, em Jerusalém.