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O FUTURO É HOJE – capítulo I | Maçãs de Ouro

O FUTURO É HOJE – capítulo I

O NOSSO FUTURO

 

Permita-me trazer um pouco de estatística.

 

Em 1970 eram 4.8 milhões de evangélicos no Brasil,

em 1980 esse número havia crescido para a casa de 9 milhões,

em 2009 estimava-se a quantidade de 50 milhões de brasileiros professavam a religião protestante.

 

O prognóstico é de por volta de 2015, mantendo a taxa de crescimento atual, mais ou menos 50% da população seja evangélica.

 

Talvez a reação de muitos seria, Aleluia! Gloria a Deus! Mas será isso motivo de imensa alegria?

 

Vamos trazer um pouco de história.

 

Quando a igreja iniciou a sua caminhada, tínhamos 120 homens que “no cenáculo oravam, de joelhos buscando poder”¨, no dia de pentecostes. Subitamente, passou para mais de 3 mil membros, com apenas uma pregação. Em algumas semanas, a secretaria da igreja não conseguia acompanhar o ritmo de aumento no trabalho de arrolar novos membros.

Entretanto, para que o evangelho se espalhasse por todo o mundo, de acordo com Atos 1.8 “Mas recebereis poder, ao descer sobre vós o  Espírito Santo, e ser-me-eis testemunhas, tanto em Jerusalém, como em toda a Judéia e Samária, e até os confins da terra.”,  veio uma terrível perseguição, por todos os departamentos  do governo, e os crentes tiveram de fugir para outros países, levando a palavra das boas novas.

Nesse tempo surgiu o primeiro símbolo do cristianismo, o peixinho, ¨ICHTHYS¨ Iésous CHristos Theou HYos Sõter, (Jesus Cristo, filho de Deus, Salvador),  utilizado às escondidas como forma de identificação entre os cristãos

 

No ano 340, surgiu o segundo símbolo, a cruz, quando o imperador Constantino, que estava em uma guerra, olhando para o céu, recebeu a visão de uma cruz, ouvindo uma voz que dizia “por esta serás vencedor”

Com esta promessa, gravou o desenho da cruz em seu escudo e na couraça, ordenando que seus oficiais fizessem o mesmo e ganhou aquela batalha, que o levou a muitas outras que culminaram com a conquista do mundo.  Grato a esse feito, adotou o cristianismo  como religião oficial de seu reino e ato contínuo, enviou sua mãe Helena, para demarcar todos os locais “santos” da nova religião.

Desnecessário dizer que a igreja teve um aumento meteórico  com a adesão de todos os oficiais do rei e do império.

Esse crescimento, não aconteceu por conversão, mas por convenção ou por conveniência e são desse período a introdução de conceitos pagãos e idolatria no cristianismo. Os oficiais se tornaram os novos líderes da igreja e não entendiam como adorar um Deus invisível e impregnaram os templos com seus ídolos trazidos do paganismo, substituindo apenas os desenhos de suas faces.

 

Fazendo um paralelo, a igreja evangélica no Brasil viveu todas essas fases, desde a chegada de seus poucos seguidores, o avanço do movimento pentecostal, a perseguição que fez espalhar por todo o território a palavra das boas novas e agora, entre aspas, tornando a nova religião do povo, com quase 50% da população, aceita todo o tipo de mazelas e costumes do ¨mundo¨, apenas para ostentar o titulo de evangélico, a mais nova moda religiosa do Brasil.

 

No dia 7 de setembro de 2010, fui acordado por Deus durante a madrugada, que utilizou de trovões e chuva para que eu pudesse ter um tempo de meditação sobre a vida de crente.

Fui obrigado a chegar a uma triste conclusão que como crente, não temos vivido aquela vida segundo os padrões propostos e esperado por Deus.

Mas, não temos freqüentado os cultos de oração? Não temos participado de grupo de louvor igreja? Não temos trazido o dízimo com fidelidade? Não temos participado e todos os eventos da igreja? E cumprido com todos os normativos de um fiel evangélico?

 

A reflexão a seguir será de grande importância para entendermos melhor a situação. Podemos fazer as perguntas a seguir em tom pessoal:

 

1 – Como tem sido minha vida conjugal?

2 – Como tem sido o relacionamento com meus filhos?

3 – Como tem sido meu exemplo no trabalho e de meu trabalho?

4 – Como tem sido minha maneira de portar na escola?

5 – O que meus vizinhos vêem e ouvem na minha casa?

 

Para pensar um pouco mais profundamente, vamos seguir.

 

1 – Meu marido ou minha esposa aceitaria o Jesus que eu digo seguir?

2 – Meus filhos se converteriam a Jesus através do exemplo que tenho dado?

3 – Meu patrão e meus colegas de trabalho se impressionam pelo meu

testemunho e tem vindo à igreja para ver e ouvir as palavras de boas novas

que apreciaram em mim?

4 – Meus professores e os alunos tomaram alguma decisão sábia e honesta

influenciados por minhas atitudes de cristão?

5 – Meus vizinhos me procuram para aconselhamento e buscar o Deus que eu

digo que sirvo?

 

Apesar de que o rumo desta conversa não é algo tão agradável para darmos continuidade, talvez se faça necessário encerrar s a nossa série de perguntas com a que poderia ser a de maior importância para este contexto.

Como é que vou me sentir quando eu chegar diante de Deus para prestar contas?

 

Conforme se usa dizer nas brincadeiras de amigos:

tenho uma notícia boa e outra ruim, qual delas quer ouvir primeiro.

 

 

O mais difícil é que não sabemos qual delas pode ser boa e qual a ruim, vai depender muito do ponto de vista de cada um, mas vejamos:

 

1 – Viver bem, em paz, com toda a sorte de prosperidade e libertinagens, um governo progressista e um país com todas as riquezas e etc.

 

Não se importando “demais” com o que a Bíblia diz sobre os conceitos de Deus e seus ensinos, não vivendo como um “fanático religioso” temos tudo para sermos um “bom cristão”, dizimista e de boa índole, recebendo todas as sortes de bênçãos, principalmente a da prosperidade financeira.

Embora todos tenhamos desejo de vivermos em prosperidade, poucas pessoas se dão conta de que a palavra PROSPERIDADE não se refere única e tão somente à fartura e ao sobejar das primícias materiais ou posses. A palavra de Deus mostra que a prosperidade também se revela em tudo aquilo que agradecemos ao Senhor. I Tessalonicenses 5. 8  “Em tudo dai graças; porque esta  é  a  vontade  de  Deus  em Cristo Jesus para convosco.”, ou seja, em fazermos a vontade de Deus.

Também a prosperidade se revela em estar debaixo da obediência a Deus. Romanos 8.28

 

Se analisarmos melhor, nos dá a impressão que Jesus continua a expressar as palavras que disse em sua parábola do “rico insensato” quanto a se preocupar em demasia com a prosperidade Lucas 12.20 “Mas Deus lhe disse: Insensato, esta noite  te  pedirão a tua alma; e o que tens preparado, para quem será? “

 

Finalmente, vamos apenas transcrever alguns textos de Paulo para sentirmos os seus pensamentos sobre a situação atual:

Romanos 1. “18

Pois  do  céu  é  revelada  a  ira  de  Deus  contra  toda a impiedade e injustiça dos homens que detêm a verdade em injustiça.

19  Porquanto,  o  que  de  Deus  se  pode  conhecer,  neles  se manifesta, porque Deus lho manifestou.

20  Pois  os  seus  atributos  invisíveis, o  seu eterno poder e divindade, são claramente vistos desde  a  criação  do  mundo,  sendo percebidos  mediante  as  coisas  criadas,  de  modo  que  eles   são inescusáveis;

21  porquanto,  tendo   conhecido   a   Deus,   contudo   não  o glorificaram  como  Deus,  nem  lhe  deram  graças,  antes  nas  suas especulações  se  desvaneceram,  e  o  seu   coração   insensato   se obscureceu.

22  Dizendo-se sábios, tornaram-se estultos,

23  e  mudaram  a  glória do Deus incorruptível em semelhança da imagem de homem corruptível, e  de  aves,  e  de  quadrúpedes,  e  de répteis.

24  Por  isso  Deus  os  entregou, nas  concupiscências  de seus corações, à imundícia, para serem os  seus  corpos  desonrados  entre si;

25  pois  trocaram a verdade  de Deus pela mentira, e adoraram e serviram à criatura antes que ao Criador, que é bendito  eternamente. Amém.

26  Pelo que Deus os entregou a paixões infames. Porque  até  as suas mulheres mudaram o uso natural no que é contrário à natureza;

27  semelhantemente,  também  os  varões, deixando o uso natural da mulher, se inflamaram em sua sensualidade uns para como os outros, varão com varão, cometendo torpeza e recebendo em si mesmos a  devida recompensa do seu erro.

28  E assim como  eles  rejeitaram o conhecimento de Deus, Deus, por sua vez, os entregou  a  um  sentimento  depravado, para  fazerem coisas que não convêm;

29  estando  cheios  de   toda  a  injustiça,  malícia,  cobiça, maldade; cheios de inveja, homicídio,  contenda,  dolo,  malignidade;

30  sendo  murmuradores,  detratores,  aborrecedores  de   Deus, injuriadores,   soberbos,   presunçosos,   inventores    de    males, desobedientes ao pais;

31  néscios,  infiéis  nos  contratos, sem  afeição natural, sem misericórdia;

32  os quais, conhecendo  bem  o  decreto  de Deus, que  declara dignos de morte os que tais coisas praticam, não  somente  as  fazem, mas também aprovam os  que as praticam.”

 

 

2 – Viver vida simples, sem ostentação e riqueza, esperando a volta do Senhor?
Lucas 17. “20  Sendo  Jesus interrogado pelos fariseus sobre quando viria o reino de  Deus, respondeu-lhes: O reino de Deus não vem com aparência exterior;

21  nem dirão:  Ei-lo aqui! ou:  Eí-lo ali! pois o reino de Deus está dentro de vós.

22  Então disse aos discípulos: Dias  virão  em  que  desejareis ver um dos dias do Filho do homem, e não o vereis.

23  Dir-vos-ão:  Ei-lo  ali!  ou:  Ei-lo aqui! não vades, nem os sigais;

24  pois, assim como  o  relâmpago, fuzilando em uma extremidade do céu, ilumina até a outra extremidade, assim será também o Filho do homem no seu dia.

25  Mas primeiro é necessário  que  ele  padeça muitas coisas, e que seja rejeitado por esta geração.

26  Como  aconteceu  nos dias de Noé, assim também será nos dias do Filho do homem.

27  Comiam, bebiam, casavam e davam-se em  casamento, até  o dia em que Noé entrou na arca, e veio o dilúvio e os destruiu a todos.

28  Como também  da  mesma  forma  aconteceu  nos  dias  de  Ló: comiam, bebiam, compravam, vendiam, plantavam e edificavam;

29  mas no dia  em  que  Ló  saiu de Sodoma choveu do céu fogo e enxofre, e os destruiu a todos;

30  assim  será  no  dia  em  que  o  Filho  do  homem  se há de manifestar.

31  Naquele dia, quem  estiver  no eirado, tendo os seus bens em casa, não desça para tirá-los; e, da mesma sorte, o  que  estiver  no campo, não volte para trás.

32  Lembrai-vos da mulher de Ló.

33  Qualquer que procurar  preservar  a  sua vida, perdê-la-á, e qualquer que a perder, conservá-la-á.

34  Digo-vos:  Naquela  noite  estarão  dois  numa cama; um será tomado, e o outro será deixado.

35  Duas  mulheres  estarão juntas  moendo; uma será tomada, e a outra será deixada.

36  [Dois  homens  estarão  no campo; um  será tomado, e o outro será deixado.”

 

Entendemos que nos é permitido viver vida farta e confortável enquanto podemos, usufruirmos da prosperidade que o Senhor nos concede, desde que isso venha a contribuir na divulgação do Reino de Deus e servir de testemunho para a glória de Deus. Caso contrario, serve muito bem  Romanos 2.1 a11 “ Portanto, és  inescusável,  ó  homem,  qualquer  que  sejas, quando julgas, porque te condenas a ti mesmo  naquilo em que julgas a outro; pois tu que julgas, praticas o mesmo. E bem sabemos que o juízo  de  Deus  é  segundo  a  verdade, contra os que tais coisas praticam. E tu, ó homem,  que  julgas os  que  praticam  tais  coisas, cuidas  que,   fazendo-as   tu,   escaparás   ao   juízo   de   Deus? Ou  desprezas tu as riquezas da sua benignidade, e paciência e longanimidade, ignorando que a benignidade de  Deus  te  conduz  ao arrependimento? Mas,  segundo  a  tua  dureza  e  teu  coração  impenitente, entesouras ira para ti no dia da ira e da revelação  do  justo  juízo de Deus, que retribuirá a cada um segundo as suas obras; a saber: a vida eterna aos que, com  perseverança em favor o bem, procuram glória, e honra e incorrupção; mas   ira   e    indignação  aos  que  são  contenciosos,  e desobedientes à iniqüidade; tribulação e  angústia  sobre  a  alma  de  todo  homem  que pratica  o  mal,  primeiramente  do  judeu,  e   também   do   grego; glória, porém, e honra e  paz  a  todo  aquele que pratica o bem, primeiramente ao judeu, e também ao grego; pois para com Deus não há acepção de pessoas”