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2a – MAR DA GALILÉIA | Maçãs de Ouro

2a – MAR DA GALILÉIA

MAR DA GALILEIA

 

 Nosso  barco

Mar da Galiléia, assim chamado por estar na região da Galiléia. Mt 4. 18  E Jesus, andando ao longo  do  mar  da  Galiléia,  viu  dois irmãos  -  Simão, chamado Pedro, e seu irmão André, os quais lançavam a rede ao mar, porque eram pescadores.

É também chamado de mar de Tiberiades João 21. 1  Depois disto manifestou-se Jesus outra  vez  aos  discípulos junto do mar de Tiberíades;

Herodes Antipas, foi quem construiu em suas margens uma cidade com esse nome para homenagear o imperador de Roma, Tibério César.

 

Adentrando o Mar da Galiléia

Lucas o chama de lago de Genezaré, devido a uma planície e uma cidade da época. Lucas 5. 1  Certa vez, quando a multidão apertava  Jesus  para  ouvir  a palavra de Deus, ele estava junto ao lago de Genezaré;

Esse mar, que geograficamente não passa de um lago, pois é de água doce e suas medidas são de 24 km de comprimento, sua parte mais larga chega a 14 km, sendo sua profundidade máxima de 48 metros e se encontra a 220 m abaixo do nível do mar, foi conhecido no passado como mar de Kinereth (kinor em hebraico significa harpa ou violino), que então era o seu formato e era o instrumento que Davi tocava para apaziguar a alma inquieta de Saul. I Samuel 16. 23  E  quando  o espírito maligno da parte de Deus  vinha  sobre Saul,  Davi  tomava  a harpa, e a tocava com a sua  mão;  então  Saul sentia  alívio, e se achava melhor, e o espírito maligno se  retirava dele.

O mar, apesar de seu pequeno tamanho, pode sofrer violentas tempestades no verão por causa das rápidas mudanças de temperaturas, pois, o Monte Hermon do Sl 133. 3  como o orvalho de Hermon, que desce sobre os montes de Sião; porque ali o Senhor ordenou a bênção, a vida para sempre. está nas suas vizinhanças, coroado de neves eternas. Fazemos aqui um pequeno comentário sobre o que já ouvimos de alguns pregadores, que acham estranho o trecho  Salmo 133.3       “como o orvalho de Hermon, que desce sobre os montes de Sião“, pois a distância entre o monte Hermon e o Monte Sião de Jerusalém é de aproximadamente 200 km, e afirmam que isso torna impossível o orvalho do Hermon descer sobre Sião. Ledo engano, porque, o Hermon está a 2800 m de altitude e Sião a 600 m e no intervalo entre eles o vale do Jordão, que vai descendo abaixo do nível do mar até chegar ao Mar Morto com 400 m abaixo do nível do Mediterrâneo. As mudanças de temperatura da região, além de provocar as tempestades no Mar da Galiléia, ainda trazem o orvalho fresco e bem-vindo do Hermon para refrescar o calor do verão de Jerusalém.

Jesus dominou várias dessas tempestades durante o seu ministério. Mateus 8. 23  E, entrando ele no barco, seus discípulos o seguiram. 24  E eis que se levantou no mar  tão grande  tempestade  que  o barco era coberto pelas ondas; Ele, porém, estava dormindo. 25  Os discípulos, pois, aproximando-se, o despertaram, dizendo: Salva-nos, Senhor, que estamos perecendo. 26  Ele lhes respondeu: Por  que  temeis,  homens  de  pouca fé? Então,  levantando-se  repreendeu  os  ventos  e  o  mar, e seguiu-se grande bonança.

Marcos 4. 37  E se levantou grande tempestade de  vento, e as ondas batiam dentro do barco, de modo que já se enchia. 38  Ele,  porém,  estava  na  popa  dormindo sobre a almofada; e despertaram-no,  e  lhe  perguntaram:  Mestre,  não  se  te  dá   que pereçamos? 39  E ele, levantando-se, repreendeu o vento, e  disse  ao  mar: Cala-te, aquieta-te. E cessou o vento, e fez-se grande bonança.

Foi aqui que Pedro teve a experiência de andar sobre as águas com Jesus Mateus 14.22  Logo  em  seguida  obrigou os  seus discípulos  a entrar  no barco, e passar adiante dele para o outro lado, enquanto ele despedia as multidões. 23  Tendo-as  despedido,  subiu ao monte para orar  à  parte. Ao anoitecer, estava ali sozinho. 24  Entrementes, o barco já estava  a  muitos estádios da terra, açoitado pelas ondas; porque o vento era contrário. 25  Å quarta vigília da noite,  foi Jesus ter com eles,  andando sobre o mar. 26  Os  discípulos,  porém,  ao  vê-lo  andando  sobre  o   mar, assustaram-se e disseram: É um fantasma. E gritaram de medo. 27  Jesus,  porém,  imediatamente  lhes  falou,  dizendo:  Tende ânimo; sou eu; não temais. 28  Respondeu-lhe Pedro:  Senhor!  se  és  tu,  manda-me ir  ter contigo sobre as águas. 29  Disse-lhe  ele:  Vem.  Pedro,  descendo do barco,  e andando sobre as águas, foi ao encontro de Jesus. 30  Mas, sentindo o vento, teve medo;  e, começando a submergir, clamou: Senhor, salva-me. 31  Imediatamente estendeu Jesus a mão,  segurou-o, e disse-lhe: Homem de pouca fé, por que duvidaste? 32  E logo que subiram para o barco, o vento cessou.

Tivemos a oportunidade de ver e sentir este lago de muitos ângulos, inclusive a sensação de uma pequena amostra de tempestade. Quando estávamos navegando sobre o lago, sobreveio repentina rajada de vento com chuva, que fez todos os passageiros correrem para um abrigo sob uma pequena cobertura, dando um colorido especial ao episódio dos textos acima. O lago pode ser visto de Cafarnaum aos montes das Bem-aventuranças; da multiplicação de pães e até de onde os discípulos batizavam o povo João 4. 1  Quando,  pois,  o Senhor soube que os fariseus tinham ouvido dizer que ele, Jesus, fazia e batizava mais discípulos do que João 2 (ainda que Jesus mesmo não batizava, mas os seus discípulos).

 

P

Pedras entalhadas com diversos motivos, porto do Mar da Galiléia.

É muito bonito! Principalmente lembrando que quase toda a historia e vida do Senhor Jesus aconteceu em suas margens.