Warning: include(includes/creativeimageslider_widget.php) [function.include]: failed to open stream: No such file or directory in /home/lambz/public_html/macasdeouro.com/wp-content/plugins/creative-image-slider/creativeimageslider.php on line 45

Warning: include(includes/creativeimageslider_widget.php) [function.include]: failed to open stream: No such file or directory in /home/lambz/public_html/macasdeouro.com/wp-content/plugins/creative-image-slider/creativeimageslider.php on line 45

Warning: include() [function.include]: Failed opening 'includes/creativeimageslider_widget.php' for inclusion (include_path='.:/usr/lib/php:/usr/local/lib/php') in /home/lambz/public_html/macasdeouro.com/wp-content/plugins/creative-image-slider/creativeimageslider.php on line 45
ESPINHOS NOS OLHOS – capítulo VI – final | Maçãs de Ouro

ESPINHOS NOS OLHOS – capítulo VI – final

O CONTO

 

Conto  baseado em Lucas 15:11-32

Donatário Muitorrico da Silva tinha dois filhos e habitavam uma linda fazenda com o sugestivo nome de “Fazenda Harmoniosa”, que situava na pacata cidade de Boa Esperança, ao sul do estado do Espírito Santo.

Um belo dia, o mais moço dos filhos, chamado Vidal Tranqüilo da Silva chegou para o pai e lhe disse: “Pai, estou cansado de viver esta miserável vida nesta fazenda. Aqui não acontece nada, isto aqui é o fim do mundo, quero agitação, muita vida e prazer, é o que a gente vê na TV, toda a rapaziada satisfeita, defendendo a ecologia e participando dos ”Jogos da Natureza”, gozando do melhor que o mundo tem pra dar, isto que é vida, e eu  aqui estou mofando sem conhecer as coisa boas. Quero agora a parte da minha herança, não quero me envelhecer e continuar levando uma vida de caipira”.

O pai sem qualquer escolha,  deu a parte que cabia ao filho e viu-o partir para uma terra bem distante, onde as luzes brilhavam aos olhos do ingênuo rapaz. Cidade grande, cidade luz, Curitiba dos encantos, capital da tal “ecologia”.

Arrumou muitos amigos e logo acabou com os seus haveres, pois vivia sem qualquer regra, desperdiçando tudo. Então juntamente com a falta de seus pertences, iniciou uma grande crise no país. Por incrível que pareça, numa grande nação, e tão rica por natureza, houve desemprego, falta de negócios, miséria, fome.

O nosso jovem começou a padecer necessidades, não encontrando emprego, pediu para o dono de uma estância, lá pelos lados de Campo Magro, para ali ficar e cuidar de alguns animais para poder saciar a fome que o atormentava mais e mais, pensando em participar da ração destinada à criação, mas ninguém lhe dava nada.

No “fundo do poço”, lembrou da casa de seu pai, de quanta fartura existia. Muito arrependido, pensou: “Vou voltar para a Fazenda Harmoniosa e pedirei ao meu pai para que me perdoe e me aceite como um de seus empregados, pois lá, todos eles são muito bem tratados”.

Mal pensou, melhor o fez, levantou-se, maltrapilho, magro, sujo, totalmente o inverso daquele que um dia deixou a Boa Esperança para traz, faz o trajeto do arrependimento, ou seja, de volta.

O Senhor Donatário Muitorrico da Silva, que o esperava com ansiedade, foi ao seu encontro e o abraçou, e o beijou e nem conseguiu ouvir direito o pedido de perdão, pois o seu coração se regozijava pelo regresso do filho perdido.

Mandou que preparasse imediatamente uma grande festa dizendo:  “Comamos e regozijemo-nos, porque este meu filho estava morto e reviveu, estava perdido e foi achado”.

Durante aquela festança, eis que chega do trabalho Laborioso da Silva, irmão mais velho. Espantado com todo aquele movimento, pergunta aos empregados o motivo daquela festa e fica inteiramente transtornado. Não aceita a alegria do pai e “detona”: -“como pode ser isso meu pai, o senhor nunca me deu um pequeno animal para que eu reunisse os meus amigos e festejasse qualquer coisa, agora chega esse que esbanjou a riqueza que nos custou caro e o senhor faz uma homenagem como à um herói?”.

Papai Donatário Muitorrico da Silva então lhe diz muito amável: “Laborioso, meu filho, você sempre está comigo, tudo o que tenho é teu, entretanto o Vidal Tranqüilo, teu irmão, estava morto e reviveu, estava perdido e foi achado, precisamos nos regozijar e alegrar por isso”.

Assim é o grande amor de Deus para com todos os que  longe de Seu caminho, pratica os mais absurdos dos erros e pecados, estão miseravelmente com “ESPINHOS NOS OLHOS” e não conseguem enxergar e pior, não entendem que se encontram distanciados daquele que “dia após dia” espera o seu  reconhecimento e aguarda que se arrependa e volte-se para Ele pedindo perdão e abandonando seus pecados, desejoso  em “voltar aos braços do Pai