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A DOENÇA DO NOSSO SÉCULO – capítulo IV | Maçãs de Ouro

A DOENÇA DO NOSSO SÉCULO – capítulo IV

PONTE E RELIGIÃO
Romanos 1.20 “Desde que Deus criou o mundo, as suas qualidades invisíveis, tanto o seu
poder eterno como a sua natureza divina, tem sido vistos claramente. Os seres humanos podem
ver tudo isso no que Deus tem feito e, portanto, eles não têm desculpa nenhuma.”
Com certeza, todos, já temos a experiência de passar por uma ponte, qualquer
que seja, e, com isso podemos saber que ela serve para ligar dois pontos sem
contato ou um vale, um abismo ou um rio.
Em todas as regiões do mundo existem pontes, das mais simples, feitas de
madeira até as magníficas obras de arte da engenharia moderna, que na última
década tem se proliferado, demonstrando assim a excelência da capacidade, da
sabedoria e arrojo do ser humano.
Recentemente, a China construiu a maior ponte interligada do mundo, apoiada em
mais de cinco mil pilares e projeta a construção de algo ainda mais imponente,
ligando a ilha de Hong Kong ao continente.
Sem duvida, o tempo é de grande importância para o homem pós-moderno. Suas
frenéticas atividades demandam agilidade e urgência. A conquista de seu status
depende de grandes e rápidas locomoções e para isso as pontes o ajudam a
encurtar distâncias, que o conduzem para o sucesso e consequentemente ao
lazer e prazer.
Na realidade espiritual, os desejos e necessidades se assemelham. No passado, o
contato do homem com Deus era maravilhoso e em plena paz e comunhão,
entretanto, temos conhecimento de que algo lamentável fez uma grande
separação entre a criatura e seu Criador.
O vale entre Deus e o homem surgiu pela desobediência, pela ganância Genesis 3.
1 a 6 e 23 e 24 “Ora, a serpente era o mais astuto de todos os animais do campo, que o
Senhor Deus tinha feito. E esta disse à mulher: É assim que Deus disse: Não comereis de toda
árvore do jardim? Respondeu a mulher à serpente: Do fruto das árvores do jardim podemos
comer, mas do fruto da árvore que está no meio do jardim, disse Deus: Não comereis dele, nem
nele tocareis, para que não morrais. Disse a serpente à mulher: Certamente não morrereis. Porque
Deus sabe que no dia em que comerdes desse fruto, vossos olhos se abrirão, e sereis como
Deus, conhecendo o bem e o mal. Então, vendo a mulher que aquela árvore era boa para se
comer, e agradável aos olhos, e árvore desejável para dar entendimento, tomou do seu
fruto, comeu, e deu a seu marido, e ele também comeu. O Senhor Deus, pois, o lançou fora do
jardim do Éden para lavrar a terra, de que fora tomado. E havendo lançado fora o homem, pôs ao
oriente do jardim do Éden os querubins, e uma espada flamejante que se volvia por todos os lados,
para guardar o caminho da árvore da vida.”
É notório que o homem não consegue viver longe de Deus.
Mesmo que inconsciente, sente saudade daquela época que vivia em aconchego
com o seu Pai e procura um meio de voltar.
Tenta construir desesperadamente uma ponte para retornar a Deus e na pressa
em alcançar esse objetivo, cria uma infindável lista de maneiras para consolidar
esse objetivo.
Assim como os engenheiros e arquitetos modernos desejam dar beleza e
destaque em “suas frágeis construções”. Orgulhosamente anunciam seus feitos,
na expectativa de assim procedendo, estarão conquistando o coração de Deus.
Algumas arquiteturas já são bem conhecidas e muito utilizadas, tais como:
“Eu sou bom.”; “Nunca fiz mal a ninguém.”; “Não roubei e não matei.”; “Eu faço
boas obras.”; “Dou esmolas e ajudo os pobres.”; “Eu freqüento a igreja, não falto
aos cultos, participo de todas as atividades religiosas.”; “Eu tenho uma religião.”
Para ornamentar essas estruturas organizam rituais, que lhes dão um ar solene e
os reveste de imponência e importância, (concentração, meditação, orações e
rezas, mantras, imagens e esculturas, ídolos, adoração, musicas, danças, cultos,
abstinências, jejuns, vigílias, penitencias, sacrifícios)
Em nossos dias, criaram-se infindáveis religiões e seitas, igrejas aos milhares,
sem quaisquer critérios. Pastores e sacerdotes são formados, ordenados e
empossados sem os devidos cuidados sobre seu caráter e convicções, mesmo
assim, são nomeados como administradores das “pontes da religiosidade”.
Concordamos em relação à necessidade da religião e da Igreja, mas há que se
cuidar dos objetivos da igreja, ou melhor, “das igrejas”. Embora religião tenha o
significado de religar, as religiões organizadas pelo homem não atingem esse
objetivo.
As boas obras são necessárias, mas não são suficientes para reatarem nossos
laços com Deus. Todas essas pseudopontes nada significam e não possuem
qualquer valor para a grande necessidade do ser humano.
A Bíblia diz
Romanos 3.11 a 18 “Não há quem entenda; não há quem busque a Deus. Todos se
extraviaram; juntamente se fizeram inúteis. Não há quem faça o bem, não há nem um só. A sua
garganta é um sepulcro aberto; com as suas línguas tratam enganosamente; peçonha de áspides
está debaixo dos seus lábios; a sua boca está cheia de maldição e amargura. Os seus pés são
ligeiros para derramar sangue. Nos seus caminhos há destruição e miséria; e não conheceram o
caminho da paz. Não há temor de Deus diante dos seus olhos.”
Mesmo sabendo de suas limitações como construtor de pontes, o homem continua
teimosamente buscando opções dantes utilizadas sem sucesso e provadas com
amargos resultados negativos.
Quer por falta de conhecimento e sabedoria, quer por teimosia, continua querendo
reatar-se com Deus através da lei e boa obras, assunto amplamente discorrido
pelo apóstolo Paulo em Romanos 3. 19 a 21 “Ora, nós sabemos que tudo o que a lei diz
aos que estão debaixo da lei o diz, para que se cale toda boca e todo o mundo fique sujeito ao
juízo de Deus; porquanto pelas obras da lei nenhum homem será justificado diante dele; pois o que
vem pela lei é o pleno conhecimento do pecado. Mas agora, sem lei, tem-se manifestado a
justiça de Deus, que é atestada pela lei e pelos profetas;” e com grande clareza explana o
maior “projeto de construção de ponte” para chegar a Deus em Romanos 3.22 a
28 “isto é, a justiça de Deus pela fé em Jesus Cristo para todos os que crêem; pois não há
distinção. Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus; sendo justificados
gratuitamente pela sua graça, mediante a redenção que há em Cristo Jesus, ao qual Deus propôs
como propiciação, pela fé, no seu sangue, para demonstração da sua justiça por ter ele na sua
paciência, deixado de lado os delitos outrora cometidos; para demonstração da sua justiça neste
tempo presente, para que ele seja justo e também justificador daquele que tem fé em Jesus. Onde
está logo a jactância? Foi excluída. Por que lei? Das obras? Não; mas pela lei da fé. Concluímos ,
pois que o homem é justificado pela fé sem as obras da lei.”
Fica totalmente transparente que dependemos apenas da fé em Jesus. Com a sua
obra redentora na cruz construiu uma “ponte ou religião” total e definitiva. É o que
declara Hebreus 10. 19 a 23 “Tendo pois, irmãos, ousadia para entrarmos no santíssimo
lugar, pelo sangue de Jesus, pelo caminho que ele nos inaugurou, caminho novo e vivo, através
do véu, isto é, da sua carne, e tendo um grande sacerdote sobre a casa de Deus, cheguemo-nos
com verdadeiro coração, em inteira certeza de fé; tendo o coração purificado da má consciência,
e o corpo lavado com água limpa, retenhamos inabalável a confissão da nossa esperança,
porque fiel é aquele que fez a promessa;
Promessa essa que está registrado em João 14. 1 a 7 “Não se turbe o vosso coração;
credes em Deus, crede também em mim. Na casa de meu Pai há muitas moradas; se não fosse
assim, eu vo-lo teria dito; vou preparar-vos lugar. E, se eu for e vos preparar lugar, virei outra vez,
e vos tomarei para mim mesmo, para que onde eu estiver estejais vós também. E para onde eu
vou vós conheceis o caminho. Disse-lhe Tomé: Senhor, não sabemos para onde vais; e como
podemos saber o caminho? Respondeu-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida;
ninguém vem ao Pai, senão por mim. Se vós me conhecêsseis a mim, também conheceríeis a meu
Pai; e já desde agora o conheceis, e o tendes visto.”
A busca dessa solução não pode ser postergada, correndo o risco de não
conseguir alcançá-la em tempo. Pois nossa vida corre vertiginosamente e
necessita urgentemente que a ponte esteja consolidada. A decisão de construí-la
deve ser feita ainda hoje. Hebreus 3. 7 e 8 “Pelo que, como diz o Espírito Santo: Hoje, se
ouvirdes a sua voz, não endureçais os vossos corações, como na provocação, no dia da
tentação no deserto,”.
Melhor explanando, nesse projeto de construção, existe um cronograma conforme
segue:
1 – Reconhecer agora que seu pecado o impede de chegar-se a Deus.
2 – Arrepender-=se do pecado e confessá-lo a Jesus Cristo.
3 – Declarar Jesus Cristo como seu único e suficiente salvador e condutor a Deus.
4 – Confiar nEle e andar com Ele.
Não temos tanto tempo para o nosso fim como imaginamos, a Bíblia diz em Salmo
90. 3 a 12 “Tu reduzes o homem ao pó, e dizes: Voltai, filhos dos homens! Porque mil anos
aos teus olhos é como o dia de ontem que passou, e como uma vigília da noite. Tu os levas como
por uma torrente; são como um sono; de manhã são como a erva que cresce; de manhã cresce
e floresce; à tarde corta-se e seca. Pois somos consumidos pela tua ira, e pelo teu furor somos
conturbados. Diante de ti puseste as nossas iniqüidades, à luz do teu rosto os nossos pecados
ocultos. Pois todos os nossos dias vão passando na tua indignação; acabam-se os nossos anos
como um suspiro. A duração da nossa vida é de setenta anos; e se alguns, pela sua robustez,
chegam a oitenta anos, a medida deles é canseira e enfado; pois passa rapidamente, e nós
voamos. Quem conhece o poder da tua ira? E a tua cólera, segundo o temor que te é devido?
Ensina-nos a contar os nossos dias de tal maneira que alcancemos corações sábios.”
Em Jesus e somente em Jesus temos a certeza e a confiança de estarmos ligados
em Deus, e para toda a eternidade.